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STJ reconsidera decisão e mantém preso Marizan de Feitas, líder de facção do Vale do Sinos

18 de ago. de 2023
1 min de leitura

Imagem: reprodução/ Polícia Civil.

O ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ), Rogério Schietti Cruz, atendeu a um recurso do Ministério Público do Rio Grande do Sul (MPRS) e reconsiderou, na tarde desta quarta-feira (16), a decisão em que havia autorizado a prisão domiciliar humanitária do líder de facção Marizan de Freitas, de 35 anos, recapturado duas semanas atrás, em São Paulo.


De acordo com o MPRS, o ministro tornou sem efeito a ordem concedida anteriormente após tomar conhecimento de todos os fatos que envolvem o caso, incluindo fuga recente, recaptura e as tentativas do criminoso de sair da prisão e, possivelmente, fugir do país com auxílio do Primeiro Comando da Capital (PCC), de São Paulo.


Schietti também encaminhou a documentação do processo à Comissão de Ética da OAB/RS alegando sonegação de informações por parte dos advogados do apenado. Líder de uma facção com base no Vale do Sinos e condenado a 38 anos de prisão, Freitas vai ficar detido na Penitenciária Estadual de Canoas.


Antes de ser capturado, em 30 de julho, em São Paulo, o criminoso cumpria pena em regime domiciliar, em um condomínio de luxo em Capão da Canoa, no Litoral Norte. Ele teve o benefício concedido após alegar a necessidade de fazer uma cirurgia.


Na decisão da semana passada, o ministro do STJ mantinha a troca de regime ao entender que a Penitenciária de Alta Segurança de Charqueadas (Pasc) não dispunha de estrutura necessária para cuidar do quadro de saúde do apenado.


Fonte: Correio do Povo

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