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Ano novo chega com novas regras para aposentadoria do INSS

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A partir de 1º de janeiro de 2026, as regras de aposentadoria do INSS ficam mais rígidas por causa da nova etapa das transições previstas na reforma da Previdência de 2019. As mudanças são automáticas e aumentam gradualmente as exigências para quem ainda não se aposentou, atrasando o acesso ao benefício.


A principal alteração é na idade mínima progressiva. Em 2026, as mulheres passam a precisar de 59 anos e 6 meses, além de 30 anos de contribuição. Para os homens, a exigência sobe para 64 anos e 6 meses, com ao menos 35 anos de contribuição. O acréscimo continuará até atingir as idades finais: 62 anos (mulheres) e 65 anos (homens).


A regra de pontos também avança. A soma da idade com o tempo de contribuição deverá alcançar 93 pontos para mulheres e 103 pontos para homens, mantendo os tempos mínimos de contribuição.


As regras de pedágio seguem válidas, sem alterações, mas atingem um grupo cada vez menor — aqueles que estavam muito próximos de se aposentar em 2019.


O cálculo dos benefícios não muda: a média considera todas as contribuições feitas ao longo da vida, sem descarte dos menores salários, e aplica um percentual conforme o tempo total de contribuição.


Especialistas recomendam que os trabalhadores revisem o CNIS, verifiquem lacunas, considerem períodos especiais e simulem cenários antes de solicitar a aposentadoria, já que as exigências aumentam ano a ano.


Para professores da educação básica, as regras têm redução de cinco anos na idade e no tempo de contribuição, mas também seguem o modelo progressivo. Em 2026, a idade mínima será de 54 anos e 6 meses para mulheres (25 anos de magistério) e 59 anos e 6 meses para homens (30 anos de magistério). A transição deve avançar até 2033.


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