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Ex-diretor que denunciou assédio de Silvio Almeida recusa retratação

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Os advogados do ex-ministro Silvio Almeida recorreram à Justiça para pedir a retratação do ex-diretor do Ministério dos Direitos Humanos Leonardo Pinho sobre acusações de assédio moral contra o ex-titular da pasta.


A defesa de Silvio propôs que Pinho se retratasse das declarações feitas pelo ex-diretor ao Metrópoles, em setembro do ano passado — o caso foi revelado em setembro de 2024 pelo Metrópoles. Entre as supostos vítimas de assédio sexual estaria a ministra da Igualdade Racial, Anielle Franco.


Além disso, os advogados do ex-ministro pediram, em audiência de conciliação, na tarde dessa terça-feira (17/6), que o ex-diretor enviasse a nota de retratação aos veículos de comunicação que divulgaram trechos da entrevista, salientando que as acusações dele não eram verídicas.


Ocorre que a defesa do ex-diretor não concordou com a proposta feita por Silvio Almeida na audiência virtual na 5ª Vara Criminal de Brasília. Com isso, o processo segue, já que não houve consenso entre as duas partes.


A petição apresentada pelo ex-ministro pede a condenação do ex-diretor pelos crimes de calúnia e difamação, com aumento da pena por ter sido divulgado em veículos de comunicação.


O Metrópoles procurou a defesa do ex-ministro, mas não obteve resposta. A reportagem não localizou a defesa de Pinho. O espaço permanece aberto para manifestações.


“Socava a mesa e dizia que eu era um merda”


Em entrevista ao Metrópoles, no ano passado, o ex-diretor contou que Silvio Almeida, já ex-ministro, o teria assediado moralmente, dando socos na mesa enquanto gritava com ele. Uma das ocasiões foi em novembro do ano passado — Pinho pediria demissão no fim do ano de 2023.


“Por volta de outubro, ele me chamou ao gabinete dele e me pediu para gravar reuniões com a minha equipe, que tinha se recusado a assinar documentos fora do fluxo do ministério. Também pediu para eu gravar integrantes do Ciamp [Comitê Intersetorial de Acompanhamento e Monitoramento da Política Nacional para a População em Situação de Rua], que haviam criticado o plano do ministério por falta de transparência. Eu falei: ‘Não’. Foi a mesma cena: ele se levantou da mesa, xingou e deu socos na mesa. Me disse que os meus dias estavam contados”, disse, em entrevista.


FONTE: PORTAL METRÓPOLES

FOTO: Divulgação/Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania


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